Mais uma Pausa!
28/10/2008
Saudações, visitantes!
Desde terça-feira passada, dia 21 de Outubro, não realizo novas postagens. As justificativas para esta ausência são as mesmas que recorri nos sumiços anteriores, especialmente do que se diz respeito ao trabalho. Assim, não estou tendo nem muito tempo ou mesmo cabeça para elaborar as minhas modestas resenhas e outros temas que aparecem frequentemente no Cine Resenhas (correntes, ponto crítico, memórias). Mas garanto que até segunda-feira que vem eu apareço com alguma coisa por aqui (se bem que já reservei o meu tempo livre para ir ao Cinemark, pois 03 de Novembro é dia IX Projeta Brasil – daí não posso perder novamente a oportunidade de assistir “A Encarnação do Demônio” e “O Signo da Cidade” na tela grande).
A folga de poucos dias me ajudará que, aos poucos, novas resenhas sejam esboçadas e que outras novidades que pretendo colocar em forma no Cine Resenhas tenha um pequeno planejamento. Desta maneira também informo que não devo comentar em outros espaços até a próxima semana, o que não me impede de lê-los. Qualquer coisa estarei on-line no Messenger uma hora ou outra.
Grato!
MEME – O Fantástico Mundo de Bobby
21/10/2008
E vamos a mais um MEME, agora feito pelo Robson, do Portal Cine. Nesta devemos selecionar aqueles atores e atrizes que seriam ideais para darem vida a personagens que só existiam nos desenhos animados. E já que curtia esses seriados desde pequeno, acabei selecionando “O Fantástico Mundo de Bobby” e apresentar qual seria o meu elenco ideal caso uma adaptação para os cinemas fosse realizada. Se vocês desconhecem, “O Fantástico Mundo de Bobby” teve seus episódios constantementes reprisados na emissora SBT. Na história um garoto de imaginação fértil mergulhava num mundo cheio de fantasias e confusões, estas muito divertidas por sinal. Não é a minha animação predileta (“Os Simpsons”, “Dragon Ball Z”, “Snoop”, “Caverna do Dragão” é alguns dos meus favoritos), mas foi bem legal escolher um elenco de carne e osso!
.
.
Bobby (Josh Hutcherson)
Um dos jovens atores mais talentosos em atividade como bem comprovado em filmes como “ABC do Amor” e “Ponte Para Terabítia”, Josh Hutcherson é a escolha exata para viver o extrovertido e “viajante” Bobby.
.
Howie Generic (Howie Mandel)
Nada mais adequado do que usar Howie Mandel para dar vida ao Howie de “O Fantástico Mundo de Bobby”, afinal o ator é nada mais do que inspiração para o personagem animado e o responsável pelas apresentações dos episódios.
.
Martha Gerenic (Debra Winger)
Debra Winger já provou que rende como mãe conforme avaliado em “Dawn Anna” e se mostra uma escolha correta para viver a mãe de Bobby, um membro fundamental de uma família meio fora do normal.
.
Tio Ted (John Goodman)
John Goodman esteve perfeito como Fred Flintstone em “Os Flintstones” e arrancou elogios pela sua participação em “Speed Racer”. Trabalhar novamente numa adaptação de um seriado animado parece moleza para o ator.
.
Kelly (Evan Rachel Wood)
Evan Rachael Wood já provou que é rebelde na tela grande (“Aos Treze”) e maluquinha na vida real (ela é namorada do sinistro cantor e ator Marilyn Manson). Interpretar Kelly seria “fichinha”. Só falta arrepiar os belos cabelos.
.
Derek (Joseph Cross)
Está certo de que Joseph Cross é velho demais para viver Derek, mas com 20 anos conseguiu convencer muito bem como adolescente de 15 anos em “Correndo com Tesouras”. Fazer alguns ajustes de idade não complicariam que Cross desse vida à Derek, já que ambos são bem parecidos.
.
Jackie (Dakota Fanning)
Assim como Jackie, Dakota Fanning é esperta e muito carismática. A escolha para incorporar Jackie deixaria a adaptação de “O Fantástico Mundo de Bobby” ainda mais adorável.
.
Gostaria de ver o resultado em carne e osso de qualquer série animada dos seguintes blogueiros:
01. Dudu, do Cinéfilo, Eu?
02. Ibertson, do Cinema Para Todos
03. Otavio, do Hollywoodiano
04. Anderson, do Rosebud é o Trenó
05. Pedro, do Tudo é Crítica
MEME: Cenas Prediletas
20/10/2008
Depois de voltar com as resenhas que há muito não haviam sido publicadas no blog, essa semana me dedicarei em postagens mais rápidas, pois meus próximos dias serão bem exaustivos. Desta forma, reservei um tempo para mostrar para vocês as minhas cenas prediletas do cinema, aqueles que me marcaram por inúmeros e distintos motivos. São muitas as sequências antológicas que despetaram grandes emoções e abaixo, por ordem de preferência e sem grandes descrições, estão presentes aquelas que mais me marcaram, em desafio sugerido pela Kamila, do Cinéfila Por Natureza.
.
10: Allie (Bridget Fonda) e Hedy (Jennifer Jason Leigh) em conflito físico e psicológico intenso em “Mulher Solteira Procura”, suspense de Barbet Schroeder (1992).
.
09: Tony Montana (Al Pacino) contra todos em tiroteio orquestrado por Brian De Palma em “Scarface” (1983).
.
08: Grace (Nicole Kidman) vinga-se de todos em momento perturbador de “Dogville”, de Lars Von Trier (2003).
.
07: A Noiva (Uma Trurman) enfrenta Gogo Yubari (Chiaki Kuriyama) na melhor cena de ação de “Kill Bill Vol.I”, de Quentin Tarantino (2003).
.
06: Regan (Linda Blair) masturba-se com cruxifico num momento forte de “O Exorcista” do mestre William Friedkin (1973).
.
05: Betty Rhys-Jones (Brenda Blethyn) arma um plano do além em “Túmulo com Vista”, do ótimo Nick Hurran (2002).
.
04: Catherine Tramell (Sharon Stone) é interrogada em “Instinto Selvagem”, do ousado Paul Verhoeven (1992).
.
03: Alfred Hitchcock dirige aterrador ataque de pássaros no clássico “Os Pássaros” (1963).
.
02: Brian De Palma entrega o seu melhor momento como diretor de “Vestida Para Matar” (1980).
.
01: Descubra quem são os fantasmas de “Os Outros”, meu filme predileto dirigido por Alejandro Amenábar (2001).
.
Gostaria de ver a lista de cenas prediletas dos seguintes blogueiros:
01. Luciano = A Sala
02. Wally = Cine Vita
03. Gustavo = Império Cinéfilo
04. Cassiano = Museu do Cinema
05. Anderson = Rosebud é o Trenó
Ponto Crítico de Abril – 2008
17/10/2008
Pois é, caros blogueiros e blogueiras! Novamente me atrasei com a atualização do Ponto Crítico. Mas nada que impeça que continuemos em frente, mesmo com os meus passos de tartaruga. Antes de descrever alguns destaques e agradecer pela participação de todos, informo que neste mês de abril comecei a adotar uma nova tática, incluindo um filme à tabela que seja avaliado pelo menos por três cinéfilos. Daí se percebe que a relação de lançamentos nos cinemas brasileiros ocorridos no mês de abril sofreu uma boa encolhida quando transposta para a tabela. Ainda assim, com apenas três avaliações, “Irina Palm” é quem lidera o mês como o filme com a melhor média entre os outros longas com 77% de aprovação, quase empatando com “O Sonho de Cassandra”, retorno ao suspense de Woody Allen, e “Homem de Ferro” (o mais conferido de abril), um dos maiores sucessos do ano, que receberam 76%.
.
A honestidade de “Apenas Uma Vez” também conquistou os cinéfilos, recebendo a média de 75% com base nas avaliações. Mas ao contrário dos outros meses, que recebemos filmes com uma satisfação que ultrapassava 80%, todos foram bem exigentes desta vez. Dentre os outros filmes, a paródia “Super-Herói – O Filme” obteve 35% na média geral, enquanto “Uma Chamada Perdida” ficou com 31%. O lanterninha da vez é “Imagens do Além”, com 30% (não hesitei em presenteá-lo com um zero bem redondo!).
.
Caso você administre um blog e não tenha participado das edições anteriores e quer enviar suas notas para contribuir no mês de maio basta informar através de um comentário. Um e-mail será enviado para você constando a relação completa de filmes exibidos nos cinemas dentro de um único mês (de acordo com os lançamentos paulistanos). Obrigado pela paciência e compreensão de todos. Conto com vocês no próximo Ponto Crítico!

No início da década de 1980, Steven Spielberg cercou-se de grandes nomes para compor o seu oitavo projeto. Com uma história de Lawrence Kasdan, que por sua vez teve como base um argumento desenvolvido por George Lucas e Philip Kaufman, Spielberg ainda teve o apoio de Frank Marshall como produtor e John Williams como compositor de uma das trilhas mais memoráveis do cinema. São os nomes principais de “Os Caçadores da Arca Perdida”, uma obra que até hoje é alvo de referência em filmes que vão de “As Minas do Rei Salomão” até a série “A Múmia”. O sucesso imediato de público e os grandes prêmios que conquistou nas principais premiações do cinema possibilitaram a construção de duas sequências, “Indiana Jones e o Templo da Perdição” (produzido em 1984) e “Indiana Jones e a Última Cruzada” (este de 1989).
.
O que diferencia este série cinematográfica de tantas outras do gênero é que Spielberg, sempre muito talentoso e um dos poucos cineastas em atividade que consegue comandar um espetáculo arrasador com as ferramentas de filmes pipoca, sabe misturar com elegância a adrenalina que uma aventura pode proporcionar e o humor que ela reserva. É também uma saga que transmite emoções em suas missões de perigo e que preserva alguns valores como coragem, determinação e companheirismo. Assim se explica toda essa expectativa em torno de um quarto episódio, um projeto planejado por anos e que só ganhou as telas neste ano de 2008. No entanto, se é para trazer um mito de volta depois de dezenove anos de estratégias, mudanças e essa vontade perseguidora de retorno aos velhos tempos em uma nova geração que o façam direito.
.
É difícil acreditar que um processo de seleção tão rigoroso enquanto a uma nova história tenha chegado a um fim com o roteiro de David Koepp, que é tolo e nada inspirado – e olha que o também diretor Koepp diz ter aproveitado o que havia de melhor nos scripts anteriores e recusados por Spielberg, Lucas e Harrison Ford. Por falar em Ford, o ator com seus 66 anos retorna bem ao papel depois do susto causado pelo seu cansaço nas cenas agitadas de “Firewall – Segurança em Risco”, mas algo se perde entre o Indy de “Os Caçadores da Arca Perdida”, “O Templo da Perdição” e “A Última Cruzada” com este de “O Reino da Caveira de Cristal”: a ação aqui tem alguns toques mais jovens e Indy acaba por dividir a cena com Mutt (Shia LaBeouf), que não tarda a se apresentar como filho do arqueólogo e para a magia se perder sem chances de resgate.
.
Karen Allen reaparece como Marion, a mocinha do primeiro filme, mas a sintonia entre ela e Indy não é a mesma por culpa das péssimas sequências que protagonizam juntos. Se já existem problemas com o trio principal, o que então dizer dos personagens secundários? Tudo está uma bagunça e Cate Blanchett como Irina Spalko reserva aqui uma interpretação fraca, especialmente se a compararmos com os vilões das três aventuras anteriores. Mas o pior de tudo é que a trama de busca de um novo artefato, a Caveira de Cristal, é processada sem que seja capaz de nos envolvermos pela nova missão. Não há empolgação, não há graça. Nostalgia é bom e eu gosto, mas se é para tirar do papel algo tão desleixado quanto este “O Reino da Caveira de Cristal” prefiro rever as aventuras anteriores.
Título Original: Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull
Ano de Produção: 2008
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Harrison Ford, Cate Blanchett, Karen Allen, Shia LaBeouf, Ray Winstone, John Hurt, Jim Broadbent, Igor Jijikine e Alan Dale.
Nota: 1.5



Cinéfilo desde a infância, Alex Gonçalves, 19 anos, iniciou as suas atividades no Cine Resenhas em 25 de fevereiro de 2007, ainda que antes disso já tenha preservado outros espaços com suas análises. A paixão pelo cinema o motivou a escrever de maneira geral sobre esta fascinante arte, dedicando o seu tempo livre para publicação de seu próprio material. Atualmente trabalha na área administrativa e cursa escolas de Idiomas e Gestão em Negócios, tendo também interesse em audiovisual e fotografia. Está aberto a participar de projetos em outros espaços, assim como expandir o seu ciclo de amizades virtuais.

= Ótimo
= Bom
= Regular
= Fraco
= Péssimo








